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JUMANJI : BEM VINDO A SELVA – ANÁLISE DO FILME – DIVERTIDO, EMPOLGANTE E NOSTÁLGICO!

Por

14 de jan de 2018 ás 06h02

nota

7

/ 10

Depois de 22 anos do lançamento do longa original, o jogo de tabuleiro mais famoso do cinema está de volta: JUMANJI.

O clássico estrelado por Robin Williams não agradou muito na época de seu lançamento, mas assim como aconteceu com Blade Runner, tornou-se cult na cultura pop e um grande clássico da Sessão da Tarde, principalmente pelos efeitos visuais apresentados para a época. Era um filme que conseguia nos deixar alegres, devido ao grande carisma e diversão que Williams transmitia para o público.

Review feita pelo parceiro Stanley do Café dos Nerds

A história do novo filme é bem simples: quatro adolescentes (Spencer, Martha, Bethany e Fridge) que estudam na mesma escola, porém sem nenhuma afinidade acabam indo para o castigo (a dinâmica do grupo lembra bastante Clube dos Cinco) e lá encontram um antigo console de videogame com um cartucho de um jogo. Ao ligarem e escolherem seus personagens, acabam sendo sugados para dentro do tal jogo, Jumanji, herdando as habilidades e características de seus personagens escolhidos.

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Spencer se transforma no Dr. Smolder Bravestone (Dwayne Johnson) que possui super força, velocidade, agilidade e olhar penetrante. Fridge torna-se o zoólogo Moosse Finbar (Kevin Hart), especialista em animais. Martha acaba se transformando em Ruby Rundhouse (Karen Gillian) que é perita em artes marciais e por último Bethany assume a forma do Prof. Shelly Oberon (Jack Black) especialista em cartografia. Agora para voltarem às suas vidas normais, os quatro precisam aceitar suas diferenças e aprender uns com os outros os valores de amizade, respeito e companheirismo.

O ambiente do filme e a narrativa da história lembram realmente um jogo de videogame, inclusive com referências a elementos de jogos clássicos. Dentro desse mundo temos personagens auxiliando o grupo com informações para seguirem as fases existentes nesse lugar (os famosos NPC, que todo gamer deve conhecer), além disso também temos o personagem de Nick Jonas, um piloto de helicóptero que traz certo drama para a história, servindo como a união que o grupo precisa para seguir em frente nessa jornada.

A relação do grupo é muito bem construída, principalmente quando eles estão no jogo usando suas habilidades para passar as fases, dando destaque para Dwayne Johnson e Jack Black que estão muito carismáticos e divertidos com seus personagens. Todos sofrem um processo de desenvolvimento e amadurecimento durante a aventura, isso é um dos fatores positivos do longa. O vilão é genérico, só está lá para cumprir o papel de antagonista e movimentar a jornada do grupo até o final.

Mesmo com muitas piadas, o humor do filme é pontual, sabendo dosar entre comédia, ação e aventura. Quanto as referências, mesmo se tratando de uma sequência quase que direta do primeiro filme, ele não se preocupa em fazer o telespectador lembrar a cada momento do original, apresentando ideias novas e recursos não explorados no primeiro longa, fazendo apenas referências pontuais, como a passagem de Alan Parrish (O personagem de Robin Williams no filme de 95) por Jumanji durante seu tempo no jogo.

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Visualmente o filme é muito lindo, possuindo ótimas sequencias nas florestas e nos ambientes. Os efeitos visuais do filme são bons, apesar de em certos momentos ficar evidente o uso exagerado de CGI, nada que estrague o longa ou deixe-o cansativo. O 3D não vale tanto a pena então você pode assistir esse filme em uma sessão normal que não fará diferença. Em geral, Jumanji é um ótimo entretenimento em família, nostálgico, ativo, divertido e marcante que vai conquistar os fãs do longa original quanto o público da nova geração.

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