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Maze Runner: A Cura Mortal – Análise – A Jornada de Thomas e os clareanos chega ao fim com muita ação e aventura!

Por

08 de fev de 2018 ás 04h44

nota

9.9

/ 10

O capítulo final da franquia Maze Runner, baseada nos livros escritos por James Dashner e estrelado por Dylan O’Brien desde 2014, chegou este ano. Ao término de “Prova de Fogo”, o segundo filme da franquia, esperávamos ansiosamente por este desfecho que acabou sendo adiado devido a um grave acidente que O’Brien sofreu durante as gravações, impossibilitando-o de voltar ao set por seis longos meses, porém, de volta e mais confortável com seu personagem o ator consegue trazer carisma e o protagonismo que vem ganhando desde o primeiro filme.

A história de “A Cura Mortal” se passa alguns meses depois dos eventos de “Prova de Fogo” com Thomas, Newt, Cassarola e outros clareanos atacando cada vez mais as bases de operações do C.R.U.E.L e resgatando jovens que são usados pela empresa para encontrar a tão desejada cura contra o Fulgor (o vírus que devastou grande parte da humanidade e os transformou em verdadeiros zumbis chamados “Cranks”). Thomas e seus amigos agora precisam encarar de vez o seu verdadeiro inimigo e por um fim a sua incansável luta.

O diretor Wes Ball retrata o futuro pós-apocalíptico e os sobreviventes que ali vivem lembrando em certos aspectos o futuro de outros filmes da ficção (Jogos Vorazes / Mad Max/Resident Evil), inclusive a cena de abertura tem muitos elementos dos filmes de George Miller nos dando uma excelente sequência de ação que já havia sido mostrada nos trailers.

Dylan traz mais profundidade ao seu personagem, com momentos de drama, questionamentos e muitas cenas de ação, que por sinal são realizadas pelo próprio ator. Newt (Thomas Sangster), Brenda (Rosa Salazar), Minho (Ki Hong Lee) estão de volta e com uma participação ainda maior, assim também como Jorge, o personagem de Giancarlo Esposito. Do lado dos vilões temos o retorno da Dra. Ava Paige (Patricia Clarkson) e de Janson (Aidan Gillen), como vilão ainda mais ameaçador. Theresa (Kaya Scodelario) também possui uma participação maior na trama, sendo o ponto de ligação entre Thomas e o C.R.U.E.L além de ter um papel importante no desenvolvimento da cura que salvará a humanidade.

A história e os personagens são muito bem desenvolvidos e a relação entre os personagens é uma das melhores coisas do filme já que podemos compreender os pontos fortes e fracos de cada um, gerando uma certa empatia por eles e pelos seus objetivos. O filme apresenta em certos momentos situações clichês, mas que funcionam e ajudam a movimentar a trama.

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O filme é o melhor de toda a trilogia nos mostrando que nesses quatros anos a franquia dirigida por Ball conseguiu melhorar a cada filme, amadurecer e desenvolver a história. Maze Runner – A Cura Mortal é o filme perfeito para se assistir com os amigos, encerrando a jornada de Thomas e seus amigos nos deixando com saudades e a esperança da franquia ganhar novos produtos, possivelmente um derivado baseado em “A Ordem de Extermínio”que se passa antes dos eventos do primeiro livro para se explorar ainda mais esse fantástico mundo criado por James Dashner (que inclusive faz uma participação especial no longa) e não se esqueça: ”C.R.U.E.L é bom”.


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